O dado apresentado pelo jornalista Mark Hunter, fundador do Global Investigative Journalism Network, no estudo
Global Trends in Investigative News Media, compromete ainda mais o discurso temeroso da indústria da mídia de que a superficialidade do CGA (conteúdo gerado pela audiência) possa fazer sucumbir o bom jornalismo representado por ela própria, a indústria.
Cheguei a essa apresentação depois de ler um interessante texto publicado no EditorsWebLog.org,
Looking at the future of news at the OECD. Nele, Hunter ressalta a importância de instituições como o Greenpeace e cita o
caso da Exxon como um bom exemplo de jornalismo investigativo feito longe dos modos convencionais de captação.
Em tempo: o dado se refere ao mercado americano.
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